Nosso blogue entra no ar trazendo de tudo um pouco. Nossa equipe, formada por estudantes do curso de Comunicação visual Design da UFRJ, numa de suas reuniões sobre o nada sugeriu a criação de um blogue para comentarmos nossas visões sobre o mundo, futilidades diárias e é claro tudo sobre arte e design que vem parar na nossa mente. Vamos ver no que esse samba vai dar! E é claro, você é sempre bem vindo!
Embalagens não são coisas únicas, existem milhares delas em cada produto nas prateleiras dos mercados, algumas só existindo pra conter o produto em si. Daí cabe ao designer (viva nós!) transformá-la em uma peça única, daquelas que mesmo sem gostar do conteúdo você leva por causa da caixa.
O site Lovely Packege tem cada coisa linda de morrer! É cada mimo que dá vontade de comprar tudo (pena que a maioria são produtos que não se encontram no Brasil....)
Eu chego a ficar cansado de bebe--comemorar tanto dia, afinal o dia do desenhista acabou de passar, o dia do designer ainda está por vir, e sei lá quantas outras datas dessas ainda tem pela frente.
Deve ser o (único) lado bom de ter uma profissão sem regulamentação, eu acho. Tá, mentira, n tem lado bom nenhum.
O dia foi criado para comemorar a fundação da Icograda, que visa reunir todos os designers do mundo (!) e o resto do bla bla bla vcs podem ler na wikipedia, ou aqui.
No mais, abraços às duas ou três pessoas que lerem isso, e fiquem com o videozinho do N Design imersão, o evento que pretender reunir não só os designers gráficos mas o rest-- todos os outros também.
Quando a gente era criança e ficava brincando fazendo carinhas com o arroz e incrementando tranformando o ovo num nariz e a carne na boca, nossa mãe sempre brigava e dizia "não faz arte com a comida!"
Acho que algumas pessoas crescem e levam isso como desafio pessoal e fazem sim, arte com a comida. Mas eu não to falando daqueles pratos franceses chiquérrimos super bem apresentadoscom aquela clássica folhinha de sei-lá-o-que do lado e o azeite fazendo zique-zague, to falando de desenhos de verdade, verdadeiros quadros feitos só com comida. Tudo muito fofo e não muito apetitoso, já que são fofinhos demais e parecem até feitos de massinha em algumas partes (além do fato de eu odiar comida japonesa).
Pois é, esses são os bentos.
Sabe aquelas marmitinhas japonesas lindas e super bem arrumadinhas com cada comidinha em seu canto certo e que sempre que vemos a gente pensa 'DEUS! quem come uma marmita assim?!"? Então, são os bentos.
Pra começar, porquinhos super super fofos de arroz rosa (?!)
Ultimamente a gente tem esbarrado em vários quadrinhos "novos" e cada vez que isso acontece, nós sempre paramos para comentar as ilustrações, e as capas eram sempre uma discussão a parte. Daí surgiu a ideia de explorar um pouquinho do fascínio dessas capas aqui no blog.
Bem a função primordial da capa é atrair leitores novos e cativar os já assíduos, um moleque quando entra na banca tem que dar de cara com essa imagem e ficar na fissura de ver o que tem dentro. Seja com uma ilustração bonita ou mostrando um acontecimento empolgante, ela tem que se destacar no meio daquele monte de papéis empoleirados nas estantes. Lembrando que a capa não tem que ser só bonita, ela também tem função sinalizadora não só do nº em q a revista está, mas também sobre a história, em quantas partes ela é dividida e em qual delas ela está. E essa é parte da graça delas, como a sinalização se integra com a arte, com a ilustração em si.
Sempre gostei de quadrinhos. Desde moleque lia as relíquias do meu velho, desde Spirit até Tintin. Esse gosto acabou me levando a outro tipo de quadrinhos: as tiras. Comecei a tirar as paginas do jornal com elas, a ler as últimas páginas das revistas da turma da mônica na banca quando não ia comprá-las... Simplesmente contar uma história em [geralmente] 3 quadros não é muito fácil, ainda mais fazer isso diariamente e chega a se tornar absurdo com o significado q consegue alcançar. Uma conversa entre uma criança e seu amigo imaginário e o dia a dia de um garoto e seu cachorro te fazem refletir sobre a vida, a critica politica q surge das historias de uma ave nordestina e o simples fato de um gato ser rabugento te faz sorrir.
Bom, agora é minha vez de me apresentar por aqui. E nada melhor do que começar falando de um dos meus tópicos favoritos: a animação. O assunto é muito amplo, por isso hoje vou falar de uma parte que sempre me encantou muito que são os desenhos 2d de comédia para TV. Este estilo de desenho sempre me encantou, desde a minha iniciação no assunto, quando eu assistia os desenhos da Disney, Warner Bros e MGM, como por exemplo o Pato Donald, Pernalonga e Tom e Jerry. Mais tarde comecei a observar a evolução desta arte com os desenhos mais maduros da Fox, como Os simpsons e Family guy. E depois de todas estas etapas, finalmente chega a nós um novo tipo de linguagem nos desenhos animados, uma linguagem que se inicia do começo para os meados dos anos 90, com o surgimento dos Cartoon Cartoons do Cartoon Network, e dos primeiros Nicktoons da Nickelodeon.
A um tempo eu tava em uma livraria e vi um livro com a capa bem legal "Os contos de terror do tio Montague" de Chris Priestley. Acabei levando só pela capa. A história é sobre o menino Ed que vai visitar seu tio que adora contar histórias, todas de terror claro. Ao longo do livro você vai descobrindo junto com Ed as histórias que rondam seu assombroso tio e a verdadeira sobre elas.
O livro é bem legal, apesar de estar na parte infanto-juvenil achei alguns contos bem pesadinhos, e eu que já tenho medo de tudo só né... Mas o que eu mais gostei foram as ilustrações! Feitas por David Roberts, são todas em nankin com texturas lindas e um traço bem peculiar. Além do "Contos do tio Montague" ele também ilustrou os outros dois livros (Tales of terror from the black ship e Tales of terror from the tunnel's mouth) de Chris que parecem seguir essa saga de terror, mas que infelizmente versão tem versão em português.